Passo 1Partir da história
A user story e o objetivo de negócio, tal como o produto os escreveu.
PRODUTOComo utilizador, vejo ofertas de parceiros e resgato uma com os meus pontos.
ATALAIABom. Agora, o que nunca deve acontecer nesta história?
Sai da salaHistória: resgatar uma oferta de parceiro
Passo 2Fazer as perguntas não funcionais
Dados, identidade, limites, logging, falhas e abuso.
ATALAIAQuantos resgates por minuto são normais para um utilizador?
PRODUTODois, talvez três. Dez seria um bot.
DEV LEADHoje registamos o código do voucher. Devíamos?
ATALAIARegiste que aconteceu, nunca o código. Um código é dinheiro.
Sai da sala6 perguntas, 6 respostas
Passo 3Escrevê-las como critérios
Critérios de aceitação testáveis, não orientações.
DEV LEADCritério: no máximo 5 resgates por minuto por utilizador, depois um 429.
QATestável. E um caso de abuso: um bot a resgatar a partir de 50 contas.
PROGRAMADORUm evento de auditoria por cada resgate, sem o código do voucher.
Sai da sala6 critérios no ticket
Passo 4Torná-las uma baseline
As mais comuns passam a ser o padrão para cada novo serviço.
ATALAIARate limits, eventos de auditoria e regras de segredos entram na baseline do serviço.
DEV LEADAssim o próximo serviço já começa com elas, e ninguém as volta a discutir.
Sai da salaBaseline: 12 regras para cada serviço
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- DEV LEAD
- QA
- PROGRAMADOR